Os seus 27 anos guardam um currículo extenso e diversificado.
Entrevista Raquel Strada
Extrovertida, simpática, profissional. Estas são qualidades que fazem de Raquel Strada uma cara acarinhada que nos chega há seis anos a casa pelo pequeno ecrã.
Os seus primeiros passos como actriz começaram na série da RTP Diário de Sofia, em 2004, onde entrava todos os dias na pele de Bianca. “Foi o meu primeiro projecto, no qual, além de começar a ter noções de como se faz televisão, também fiz grandes amigos. Foi muito bom ter o privilégio de participar num projecto tão inovador para a altura”, recorda agora a actriz.
Com Dá-lhe Gás estreou-se na apresentação de programas de entretenimento, ao lado de Diogo Morgado. Estas experiências iniciais tão marcantes culminaram quando, um ano depois, foi escolhida como uma das apresentadoras do programa juvenil 6Teen, na SIC Mulher.
E Raquel não esconde que este “foi um dos projectos mais aliciantes. A adrenalina dos directos, a preparação, o contacto com o público... Foi um ano e meio fantástico”.
E acrescenta de seguida: “Foi um grande suporte para aquilo que faço agora diariamente no Vida Nova. Todos os dias faço directos e todo o meu percurso para trás foi fundamental.”
Com Floribella ingressou numa telenovela que colou miúdos e graúdos ao ecrã da SIC e brindou-nos com uma prestação que lhe abriu portas para Rebelde Way, outro fenómeno de popularidade. Comunicadora nata, não tem problemas em chegar aos mais novos, por isso com o programa da SIC K, Factor K sente-se como peixe na água. “Está a ser muito bom trabalhar para adolescentes. É um programa que fala sobre cultura urbana, moda, música, cinema, teatro... Está a ser uma experiência enriquecedora. E como já me conheciam dos festivais de música e de Rebelde Way, a aceitação por parte do público foi imediata, o que me motiva
muito”, adianta, entusiasmada.
Entre o trabalho de actriz e o de apresentadora de televisão é difícil encontrar o favorito. “Tenho abraçado tudo o que a vida me tem dado com a mesma energia e profissionalismo. Claro que gostaria de apresentar um talk show ou um concurso...
Apresentar é, sem dúvida, a minha opção neste momento, mas também adoraria representar, num filme ou numa série, onde pudesse explorar as minhas capacidades enquanto actriz.” E assim os pratos da balança se equilibram.
Na sua passagem pelo canal Benfica TV, Raquel Strada teve oportunidade de entrevistar personalidades como Eusébio ou Rui Costa. “Era algo que não estava à espera e confesso que na altura fiquei nervosa. E claro que o facto de ser benfiquista ferrenha foi um factor determinante para aceitar este desafio”, conta, entre risos.
Em todo o seu percurso pessoal e profissional tem como grande referência uma pessoa muito especial: “É a minha mãe, uma pessoa maravilhosa,
altruísta, que eu amo muito.” Mas também os amigos desempenham um papel importante na vida da apresentadora. “Um livro que me marcou quando era mais nova foi Uma Agulha no Palheiro, de JD Salinger. Foi-me oferecido por uma grande amiga minha.”